![]() |
FLORESTA
TROPICAL PLUVIAL
A floresta pluvial tropical, também chamada de floresta ombrófila, é um
bioma com vegetação de folhas largas e perenes. É o mais complexo bioma
da Terra tanto em estrutura quanto em biodiversidade. Existe sob
condições ótimas de crescimento: precipitação abundante (úmida) e
temperaturas elevadas (quente).
Não há ritmo anual de estações.
A luz solar é o fator limitante, já que as copas das árvores fecham um teto, que dificulta a entrada de luz para os estratos inferiores.
Não há ritmo anual de estações.
A luz solar é o fator limitante, já que as copas das árvores fecham um teto, que dificulta a entrada de luz para os estratos inferiores.
Clima -
A
floresta tropical pluvial, se localiza nas regiões tropicais do globo,
em torno do equador e nos subtrópicos úmidos, o clima da floresta
tropical pluvial é quente (média de 27°C) e úmido, são florestas onde
chega a chover mais de 180 centímetros por ano (o que justifica o nome
floresta tropical pluvial). Ela ocupa grande parte da América Central, norte da América
do Sul (Bacia Amazônica), algumas regiões da África e Austrália, e
algumas ilhas do Pacífico.
Características:
- Presença de árvores de médio e grande porte, formando uma floresta fechada e densa;
- Rica biodiversidade, com presença de diversas espécies animais e vegetais;
- As árvores de grande porte formam um microclima na mata, gerando sombra e umidade
- Fauna rica com presença de diversas espécies de mamíferos, anfíbios, aves, insetos, peixes e répteis.
- Na região da Serra do Mar, forma-se na Mata Atlântica uma constante neblina.

2. Influência de fatores abióticos para a formação desse ecossistema
O meio ambiente abiótico inclui fatores
como solo, água, atmosfera e radiações. É constituído de muitos objetos
e forças que se influenciam entre si e influenciam a comunidade de
seres vivos que os cercam. Por exemplo, a corrente de um rio pode
influir na forma das pedras que jazem ao longo do fundo do rio. Mas a
temperatura, limpidez da água e sua composição química também podem
influenciar toda sorte de plantas e animais e sua maneira de viver. Um
importante grupo de fatores ambientais abióticos constitui o que se
chama de tempo.
Em ecologia, denominam-se fatores abióticos (AO 1945: fatores
abióticos) todas as influências que os seres vivos possam receber em um ecossistema, derivadas de aspectos físicos, químicos ou físico-químicos do meio ambiente, tais como a luz e
a radiação solar, a temperatura, o vento, a água, a composição do solo, a pressão e outros .
Cada ecótopo, ou seja, cada tipo de paisagem sofre os efeitos de fatores abióticos particulares. Por exemplo, no ambiente marinho, o fator persistente é a salinidade, enquanto que junto à costa, são as marés. Num ambiente terrestre, como uma floresta, as características físico-químicas do solo e o clima podem ser os fatores mais importantes.
Os fatores bióticos
(ou seja, os efeitos da atividade dos seres vivos no ecossistema e as
relações que estabelecem entre eles) e abióticos estão em permanente
ligação sistémica.
3- Flora e Fauna
Flora -
São fechadas e heterogêneas. Nelas aparecem árvores de grande e grande médio
porte como bromélias, begônias, orquídeas, cipós, briofítas, pau - brasil,
Jacarandá, peroba, jequitibá - Rosa.
Fauna -
Uma variedade de insetos, aves e outros, animais ocupa os topos das árvores,
com eles as trepadeiras e as epífitas, isso constituí a parte mais abundante e
diversificada da floresta tropical. Os mamíferos tem por característica aparecer em ambiente noturno ou
habitam as árvores, como macacos e esquilos. Algumas espécies de répteis e
anfíbios tem características arborícolas (habitam as árvores). No solo também
vivem anfíbios, répteis, mamíferos herbívoros e mamíferos carnívoros (onças,
gatos - do - mato, etc.)
4- Economia dos países presentes no ecossistema
Conceitualmente, Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) são transações econômicas em decorrência de atividades que promovem ou incentivam a preservação e conservação do serviços providos pelos ecossistemas (os chamados serviços ecossistêmicos) O reconhecimento de que os ecossistemas são provedores de uma grande diversidade de benefícios para as sociedades – econômicos, sociais e ambientais – constitui um forte argumento para a elaboração de políticas públicas para a conservação da natureza. Aliado a essa questão, há que se mencionar que tais serviços ecossistêmicos estão, inclusive, disciplinados no artigo 41 da Lei de Proteção da Vegetação Nativa (Lei n° 12.651/2012).
Avançam no país experiências que usam instrumentos econômicos como forma de incentivar condutas ambientalmente corretas. Em geral é esse o mecanismo utilizado para a formulação de políticas públicas de PSA. Trata-se de um mecanismo complementar aos inúmeros instrumentos de comando e controle já presentes na legislação ambiental brasileira.
Projeto TEEB Regional-Local
O Brasil abriga aproximadamente 20% da biodiversidade mundial e possui
também uma rica sócio biodiversidade, representada por mais de 200 povos
indígenas e por diversas comunidades tradicionais que detêm um vasto
conhecimento sobre a conservação da natureza. Este capital natural e os
serviços ecossistêmicos a ele vinculados, como o abastecimento de água, a
polinização de culturas ou a proteção contra eventos climáticos
extremos, são de grande importância, não só para a sociedade e economia
brasileiras, como também para o equilíbrio ecológico e para o bem-estar
das sociedades em nível global.
O país está se posicionando
como uma das sete maiores economias mundiais, pelo que a demanda por
bens e recursos naturais e a pressão sobre os ecossistemas têm aumentado
significativamente. Apesar do reconhecimento acerca da importância da
biodiversidade e de ecossistemas saudáveis para o desenvolvimento
econômico e social sustentável do país, isso ainda não se reflete
plenamente na construção e implementação de políticas e decisões
empresariais. Além disso, ainda há poucos exemplos práticos de
implementação e de um diálogo estruturado entre as diversas instituições
e níveis de governo sobre a integração de serviços ecossistêmicos em
políticas públicas. Do lado do setor empresarial embora estejam se
engajando sobretudo as grandes empresas, falta um maior engajamento das
pequenas e médias.
As metas nacionais de biodiversidade para
2011-2020 foram estabelecidas como contribuição aos compromissos
internacionais estabelecidos no âmbito da Convenção da Diversidade
Biológica (CDB), por meio das Metas de Aichi, entre as quais se
destacam: a necessidade de integração dos valores da biodiversidade em
estratégias nacionais e locais de desenvolvimento (Meta 2) e a
necessidade de, até 2020, governos, setor empresarial e grupos de
interesse em todos os níveis tomarem medidas ou implementarem planos
para produção e consumo sustentáveis e conseguirem restringir os
impactos da utilização de recursos naturais claramente dentro de limites
ecológicos seguros (Meta 4). Neste contexto, torna-se essencial
evidenciar as relações de dependência entre o capital natural e a
economia para a sociedade e para os tomadores de decisão de forma que
estas se reflitam nos processos de planejamento e na elaboração de
políticas públicas e corporativas.
5- Impacto positivo (preservação) e/ou negativo(destruição) causado pelo ecossistema
(Munn, 1979)
Mudança (positiva ou negativa) na saúde e bem-estar, (inclusive a saúde dos ecossistemas dos quais dependem a sobrevivência do homem), que resulta de um efeito ambiental e está ligada a diferença na qualidade do meio ambiente"com" e "sem" a ação humana em questão.
Os impactos ambientais podem ser definidos como alterações no meio ambiente provocadas pelo homem e suas atividades.
![]() |
| Como exemplo dos impactos ambientais negativos, podemos citar a poluição e a morte dos animais |
Dentre os principais impactos ambientais negativos causados pelo homem, podemos citar a diminuição dos mananciais, extinção de espécies, inundações, erosões, poluição, mudanças climáticas, destruição da camada de ozônio, chuva ácida, agravamento do efeito estufa e destruição de habitats. Isso acarreta, consequentemente, o aumento do número de doenças na população e em outros seres vivos e afeta a qualidade de vida.
Vale destacar que os impactos ambientais positivos, apesar de ocorrerem em menor quantidade, também acontecem.
Ao construirmos uma área de proteção ambiental, recuperarmos áreas
degradadas, limparmos lagos e promovermos campanhas de plantio de mudas,
estamos também causando impacto no meio ambiente. Essas medidas, no
entanto, provocam modificações e alteram a qualidade de vida dos humanos
e de outros seres de uma maneira positiva.
REFERENCIAS
-
Floresta tropical e equatorial. In Britannica Escola Online. Enciclopédia
Escolar Britannica, 2017. Web, 2017. Disponível em: http://escola.britanica.com.br
- Hobgood (2008). Global Pattern of Surface Pressure
and Wind. Ohio State University. Acesso em 2009-03-08.
-
http://brasilsustentaveleditora.com.br/biblioteca-virtual/floresta-pluvial-tropical
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Floresta_tropical_pluvial
-
http://www.alunosonline.com.br/biologia/floresta-tropical.html
- http://www.infoescola.com/biomas/floresta-tropical/
-
http://escola.britannica.com.br/article/482327/floresta-tropical-e-equatorial
-
Jornallivre.com.br Meio ambiente abiótico
-
Figueiró, A. Biogeografia: dinâmicas e transformações da natureza. Oficina de
Textos, 2015.
- Townsend, C. R.; Begon, M. & Harper, J. L. 2010. Fundamentos em Ecologia. 3ed. Porto Alegre: Artmed. 576p.
- Townsend, C. R.; Begon, M. & Harper, J. L. 2010. Fundamentos em Ecologia. 3ed. Porto Alegre: Artmed. 576p.
- http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/biologia/impactos-ambientais.htm





Nenhum comentário:
Postar um comentário